O desafio dos grandes projetos

 

O drama do tráfico de mulheres para exploração sexual

 

Abandono. Invisibilidade. Tráfico humano. Violência. Prostituição. Ausência de políticas públicas. Essas são palavras pronunciadas por Aldinéia Machado Gomes, membro do Fórum de Mulheres do Mercosul Brasil, no Amapá.

O que angustia Aldinéia é que o abandono, a invisibilidade, o tráfico humano para fins de prostituição, e também a violência, a prostituição e a ausência de políticas públicas não são somente palavras, mas a realidade e a condição de vida de um significativo número de mulheres no interior da Amazônia brasileira, neste caso em específico, no estado do Amapá. E quando se trata de grandes projetos a serem implementados na região, o drama se torna ainda maior.

Segundo Aldinéia, a ausência de políticas públicas voltadas para a mulher dificulta assegurar direitos e fortalecer as lutas das mulheres no estado. Aldinéia conta que, com os grandes projetos, a prostituição e o tráfico de mulheres para fins de exploração sexual é um agravante. Contudo, o tráfico de pessoas para exploração sexual comercial, especialmente de mulheres, não é novidade naquela região. Na Amazônia, de maneira especial, trata-se de uma prática desde os primórdios do período colonial.

Para aprofundar sobre esse tema, sugerimos o pertinente texto da Doutora em Sociedade e Cultura na Amazônia, Marcia Oliveira: “Tráfico de Mulheres na Amazônia: resquícios do colonialismo”.

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